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No território do Xambá, em Olinda – PE, o mapa afetivo nasce como resultado de um processo formativo que ampliou o olhar dos Jovens Defensores sobre seus próprios caminhos, guiados pela luz e por princípios pautados pela educação popular, que valoriza o saber popular e as diversas identidades que compõem este solo sagrado e ancestral. As aulas de Direito, com foco nas pautas LGBT+, da população negra e das mulheres, deixaram de ser apenas conteúdo teórico e se transformaram em lentes de leitura. A partir do momento em que revisitamos as ruas, praças, escolas, terreiros e equipamentos públicos, os jovens passaram a identificar não só memórias afetivas, mas também pontos de violação de direitos, como espaços marcados por racismo, LGBTfobia ou violência de gênero e, ao mesmo tempo, reconhecer redes de apoio, resistência e cuidado que historicamente sustentam a comunidade, como o Centro Cultural Ilê, Casa de Tia Tetão, Casa de Tia Mércia, Barraca de Zé e o Instituto Tia Luiza.
Assim, o mapa afetivo dos Jovens Defensores do Território do Xambá não é apenas um produto final, mas um posicionamento coletivo: uma cartografia de direitos, memórias e futuros possíveis, construída a partir de um novo olhar mais crítico, mais consciente e mais comprometido com a transformação social, proporcionando que os jovens reivindiquem, mas também ocupem os espaços de construção da política pública municipal.
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